- Media Studies, Internet Studies, Urban Communication, New Media Art, Mobile Communication, Public and Political Communication, and 26 moreSocial Media, Visual Communication, Net Art, Digital Cinema, Visualization, Art and technology, New Media Art & Emerging Practices, Art Conservation, Media Art, Augmented Reality Art, Digital Media Art, Internet Art, Photography, Political Art, Digital Art, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Interactive Media, Digital Culture, Memory Studies, Digital Humanities, Art History, Museus, Biopolitics, Cultural Memory, New Media, and Digital Mediaedit
appropriations of the (un) common public and private space in times of mobility
Research Interests:
Beneficiário: Giselle Beiguelman. Instituição: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Universidade de São Paulo (USP).
HTTPpix e HTTPvideo foram dois festivais de imagem on-line, realizados em 2008 e 2010, sobre o estatuto e a produção de imagens na contemporaneidade. Por um lado, destacavam a importância e a relevância de plataformas do tipo YouTube e... more
HTTPpix e HTTPvideo foram dois festivais de imagem on-line, realizados em 2008 e 2010, sobre o estatuto e a produção de imagens na contemporaneidade.
Por um lado, destacavam a importância e a relevância de plataformas do tipo YouTube e Flickr como espaços não só de circulação de imagens, mas também para novas formas de sociabilidade baseados em comunidades fluidas de consumidores e produtores de vídeos
e fotos. Desse ponto de vista, os festivais funcionaram como uma celebração da cultura de rede e de sua capacidade de permitir a configuração de contextos expositivos não institucionais.
Por outro lado, abriam a possibilidade de analisar criticamente a produção que circula nesses canais, investigando as estratégias de agregar seguidores e construir popularidade, as tendências estéticas que fomentam e consolidam, e os modos pelos quais se relacionam
com o imaginário corporativo que se enuncia nas redes sociais. Nessa perspectiva, os HTTPs foram festivais de e para reflexão.
Os festivais foram realizados pelo Instituto Sergio Motta, concebidos pela sua Diretora Artística, Giselle Beiguelman.
Este volume reúne o catálogo dos festivais e um conjunto de textos críticos de teóricos convidados.
Por um lado, destacavam a importância e a relevância de plataformas do tipo YouTube e Flickr como espaços não só de circulação de imagens, mas também para novas formas de sociabilidade baseados em comunidades fluidas de consumidores e produtores de vídeos
e fotos. Desse ponto de vista, os festivais funcionaram como uma celebração da cultura de rede e de sua capacidade de permitir a configuração de contextos expositivos não institucionais.
Por outro lado, abriam a possibilidade de analisar criticamente a produção que circula nesses canais, investigando as estratégias de agregar seguidores e construir popularidade, as tendências estéticas que fomentam e consolidam, e os modos pelos quais se relacionam
com o imaginário corporativo que se enuncia nas redes sociais. Nessa perspectiva, os HTTPs foram festivais de e para reflexão.
Os festivais foram realizados pelo Instituto Sergio Motta, concebidos pela sua Diretora Artística, Giselle Beiguelman.
Este volume reúne o catálogo dos festivais e um conjunto de textos críticos de teóricos convidados.
Research Interests:
O livro de Giselle Beiguelman, "The Book After the Book", é uma espécie de Bíblia webarte, sobre todas as coisas relacionadas à arte e aos dados. Se os artistas da rede acreditassem em obras-primas, o que não acontece, esta seria uma das... more
O livro de Giselle Beiguelman, "The Book After the Book", é uma espécie de Bíblia webarte, sobre todas as coisas relacionadas à arte e aos dados. Se os artistas da rede acreditassem em obras-primas, o que não acontece, esta seria uma das principais obras-primas d webarte já surgidas no planeta Terra. Navegar por seu índice de leituras poéticas é como encontrar a droga VR definitiva -- a obra nos transporta para outro espaço mental, onde tudo está em fluxo (e não fixo), e você sabe que acaba de encontrar o Borges do mundo da arte digital.
Mark Amerika, Universidade do Colorado, Boulder. Autor de Grammatron e Filmtext
Em O Livro depois do Livro, um trabalho focado na narrativa não-linear, Giselle Beiguelman procura explorar o futuro da leitura e da escritura.
Stephen Wilson, professor da San Francisco State University em Information Arts: Intersections of Art, Science, and Technology (MIT Press, 2001)
O Livro depois do Livro é um cruzamento de webficção com ensaio criativo sobre as condições da leitura e da escritura na Rede. Sua autora parece estar nos dizendo que é impossível escrever sobre narrativas não-lineares linearmente.
Jane Dorner, editora e professora de redação para Internet da Open University (Inglaterra) em Creative Web Writing (A & C Black, 2002).
Mark Amerika, Universidade do Colorado, Boulder. Autor de Grammatron e Filmtext
Em O Livro depois do Livro, um trabalho focado na narrativa não-linear, Giselle Beiguelman procura explorar o futuro da leitura e da escritura.
Stephen Wilson, professor da San Francisco State University em Information Arts: Intersections of Art, Science, and Technology (MIT Press, 2001)
O Livro depois do Livro é um cruzamento de webficção com ensaio criativo sobre as condições da leitura e da escritura na Rede. Sua autora parece estar nos dizendo que é impossível escrever sobre narrativas não-lineares linearmente.
Jane Dorner, editora e professora de redação para Internet da Open University (Inglaterra) em Creative Web Writing (A & C Black, 2002).
Esta publicación es testimonio del simposio Nomadismos Tecnológicos, primer resultado de la colaboración entre el Espacio Fundación Telefónica y el Instituto Sergio Motta. Un proyecto que responde a las políticas de ambas instituciones... more
Esta publicación es testimonio del simposio Nomadismos Tecnológicos,
primer resultado de la colaboración entre el Espacio
Fundación Telefónica y el Instituto Sergio Motta. Un proyecto
que responde a las políticas de ambas instituciones para incentivar
las artes tecnológicas a partir de una praxis de estudio, promoción
de obras, llamado a concursos y premios nacionales, y la
realización de estos encuentros que convocan a artistas y teóricos.
La invitación para esta conferencia de Buenos Aires ha buscado
reunir referentes internacionales que se destacan en el
pensamiento sobre los usos masivos y la práctica artística con
las tecnologías móviles. Esta compilación de los textos propone
un recorrido intelectual y crítico, que brinda un panorama de
análisis conceptual sobre este aspecto crucial de las relaciones
entre los medios de comunicación y las variables de creación
artística con dispositivos tecnológicos.
primer resultado de la colaboración entre el Espacio
Fundación Telefónica y el Instituto Sergio Motta. Un proyecto
que responde a las políticas de ambas instituciones para incentivar
las artes tecnológicas a partir de una praxis de estudio, promoción
de obras, llamado a concursos y premios nacionales, y la
realización de estos encuentros que convocan a artistas y teóricos.
La invitación para esta conferencia de Buenos Aires ha buscado
reunir referentes internacionales que se destacan en el
pensamiento sobre los usos masivos y la práctica artística con
las tecnologías móviles. Esta compilación de los textos propone
un recorrido intelectual y crítico, que brinda un panorama de
análisis conceptual sobre este aspecto crucial de las relaciones
entre los medios de comunicación y las variables de creación
artística con dispositivos tecnológicos.
Research Interests:
Link-se é uma coletânea de artigos que discutem aspectos fundamentais da criação, produção e circulação na cultura das redes. Arte, mídia, política e o emergente nomadismo wireless (sem fio) são comentados aqui em textos ágeis, críticos e... more
Link-se é uma coletânea de artigos que discutem aspectos fundamentais da criação, produção e circulação na cultura das redes. Arte, mídia, política e o emergente nomadismo wireless (sem fio) são comentados aqui em textos ágeis, críticos e bem-humorados que abrem novas perspectivas para análise e fruição da cibercultura.
A III Mostra 3M de Arte Digital reuniu 15 artistas que, em conjunto e em cada uma de suas obras, refletiram, de formas variadas, sobre as relações entre mídia e cultura, apropriando-se das tecnologias, em todas as suas vertentes... more
A III Mostra 3M de Arte Digital reuniu 15 artistas que, em conjunto e em cada uma de suas obras, refletiram, de formas variadas, sobre as relações entre mídia e cultura, apropriando-se das tecnologias, em todas as suas vertentes (analógicas, mecânicas, eletrônicas e digitais).
Os textos sobre sua participação na exposição são resultado de entrevistas individuais em que conversamos sobre os projetos apresentados, as relações de sua produção com o Brasil e suas interpretações do conceito central da Mostra, "Tecnofagias".
The III 3M Digital Art Exhibition has gathered 15 artists who, as a group and in each one of their works, reflect in different ways the relations among media and culture, appropriating technologies in all of their versants (analog, mechanic, electronic and digital). The texts about their participation in the exhibition are the result of individual interviews in which we have talked about the projects presented, the relationships between their production and Brazil, and their interpretations of the
show’s central concept, "Technophagy".
Os textos sobre sua participação na exposição são resultado de entrevistas individuais em que conversamos sobre os projetos apresentados, as relações de sua produção com o Brasil e suas interpretações do conceito central da Mostra, "Tecnofagias".
The III 3M Digital Art Exhibition has gathered 15 artists who, as a group and in each one of their works, reflect in different ways the relations among media and culture, appropriating technologies in all of their versants (analog, mechanic, electronic and digital). The texts about their participation in the exhibition are the result of individual interviews in which we have talked about the projects presented, the relationships between their production and Brazil, and their interpretations of the
show’s central concept, "Technophagy".
Research Interests:
Beneficiário: Giselle Beiguelman. Instituição: Universidade de São Paulo.
(Tese de Doutorado em História. FFLCH-USP, 1991)
Publicação: Edusp/ Perspectiva. Apoio Fapesp.
(Tese de Doutorado em História. FFLCH-USP, 1991)
Publicação: Edusp/ Perspectiva. Apoio Fapesp.
Catálogo da exposição Cinema Lascado realizada na Caixa Cultural, em São Paulo, entre 16 de julho e 25 de setembro de 2016. Sob curadoria de Eder Chiodetto, a mostra fez um recorte dos últimos 10 anos da produção artística de Giselle... more
Catálogo da exposição Cinema Lascado realizada na Caixa Cultural, em São Paulo, entre 16 de julho e 25 de setembro de 2016. Sob curadoria de Eder Chiodetto, a mostra fez um recorte dos últimos 10 anos da produção artística de Giselle Beiguelman com foco em suas pesquisas sobre imagem digital, estéticas da obsolescência tecnológica (glitch) e paisagens urbanas arruinadas.
Exhibition catalog of Cinema Lascado exhibition. From July 16 to September 25th Caixa Cultural presented Cinema Lascado (Chipped Cinema) a retrospective devoted to the last ten years of Giselle Beiguelman production in the digital image field production. Curated by Eder Chiodetto the exhibition focus aesthetics of obsolescence (glitch) and fragmented urban landscapes.
Exhibition catalog of Cinema Lascado exhibition. From July 16 to September 25th Caixa Cultural presented Cinema Lascado (Chipped Cinema) a retrospective devoted to the last ten years of Giselle Beiguelman production in the digital image field production. Curated by Eder Chiodetto the exhibition focus aesthetics of obsolescence (glitch) and fragmented urban landscapes.
Research Interests:
This paper describes the overdose situation of documentary production fostered by social networks and its impact on the traditional forms of storage and the contemporary memory culture. It situates the specificity of net art in its... more
This paper describes the overdose situation of documentary production fostered by social networks and its impact on the traditional forms of storage and the contemporary memory culture. It situates the specificity of net art in its connection to dynamic and systemic environments of flow, over which there is no control, implying new conservation parameters and
investigates the particular aesthetics. It problematizes the political instances that have turned the Internet into a surveillance environment, denying access to older sites and affecting the preservation of online art.
In the end, it presents how we are working with Museum of Contemporary Art of the University of Sao Paulo (MAC-USP), in the development of a methodology to deal with net art pieces in the museological universe.
The discussion is based on the case of The Book after the Book website
(1999), which required a series of updates and reprogramming of codes in
the process of migration to the museum collection. Based on this experience, we suggest a reflection about net art museums as museums of the unfinished, unrepaired and unrecovered. This strategy may allow dealing with irreversible losses, without counting on the following process of disappearance of the artworks.
investigates the particular aesthetics. It problematizes the political instances that have turned the Internet into a surveillance environment, denying access to older sites and affecting the preservation of online art.
In the end, it presents how we are working with Museum of Contemporary Art of the University of Sao Paulo (MAC-USP), in the development of a methodology to deal with net art pieces in the museological universe.
The discussion is based on the case of The Book after the Book website
(1999), which required a series of updates and reprogramming of codes in
the process of migration to the museum collection. Based on this experience, we suggest a reflection about net art museums as museums of the unfinished, unrepaired and unrecovered. This strategy may allow dealing with irreversible losses, without counting on the following process of disappearance of the artworks.
Research Interests:
This chapter discusses some urban interventions I did using commercial electronic billboards in São Paulo between 2002 and 2004. All the projects happened in networked environments, dealing with collective forms of appropriation of the... more
This chapter discusses some urban interventions I did using commercial electronic billboards in São Paulo between 2002 and 2004. All the projects happened in networked environments, dealing with collective forms of appropriation of the advertisement system as public space.
They allow us to discuss public art in a nomadic context where the interface becomes the message.
They allow us to discuss public art in a nomadic context where the interface becomes the message.
Research Interests:
... in order to ap-prehend the particularities of cyberliterature, without falling into a game of metaphors that mask its newness. However, this approach imposes three fun-damental challenges:(1) a rigorous historical analysis, in order... more
... in order to ap-prehend the particularities of cyberliterature, without falling into a game of metaphors that mask its newness. However, this approach imposes three fun-damental challenges:(1) a rigorous historical analysis, in order to locate cyber-literature, recognizing its ...
Nunca se fotografou tanto como em nossa época. A cada um mísero segundo, quase 900 fotos são publicadas no Instagram. Uma média de 70 milhões de imagens por dia! Impossível não se espantar. Estamos em plena era da superprodução de... more
Nunca se fotografou tanto como em nossa época. A cada um mísero segundo, quase 900 fotos são publicadas no Instagram. Uma média de 70 milhões de imagens por dia! Impossível não se espantar. Estamos em plena era da superprodução de imagens, gerando uma overdose documental sem precedentes. Que desemboca no apagamento da memória e em uma estética da repetição.
Três obras artísticas recentes fazem um raio X desse estado das coisas, se apropriando da cultura visual das redes. São elas: Riccardo Uncut, de Eva e Franco Mattes (2018), e os projetos The Single Post Instagram (2017 – ), de Maurizio Cattelan, e Insta_Repeat de Emma Scheffer (2018).
Três obras artísticas recentes fazem um raio X desse estado das coisas, se apropriando da cultura visual das redes. São elas: Riccardo Uncut, de Eva e Franco Mattes (2018), e os projetos The Single Post Instagram (2017 – ), de Maurizio Cattelan, e Insta_Repeat de Emma Scheffer (2018).
Research Interests:
O artigo analisa ações ativistas, notadamente com perfil artísticos, que operando nas intersecções do real expandido pelas redes. Discute as formas pelas quais esse ativismo, típico do século 21, indica possibilidades de mudança cultural... more
O artigo analisa ações ativistas, notadamente com perfil artísticos, que operando nas intersecções do real expandido pelas redes. Discute as formas pelas quais esse ativismo, típico do século 21, indica possibilidades de mudança cultural a partir da reprogramação dos
meios e de sua reverberação na esfera pública. Entre outros projetos são comentados: "Face to Facebook", de Alessandro Ludovico e Paolo Cirio (2010), "High Retention, Slow Delivery", de Constant Dullaart (2014), e "Go Rando" de Ben Grosser (2017)
meios e de sua reverberação na esfera pública. Entre outros projetos são comentados: "Face to Facebook", de Alessandro Ludovico e Paolo Cirio (2010), "High Retention, Slow Delivery", de Constant Dullaart (2014), e "Go Rando" de Ben Grosser (2017)
Research Interests:
Este artigo discute a conservação de obras de net art. Descreve a situação de overdose de produção documental fomentada pelas redes sociais e o seu impacto nas formas tradicionais de armazenamento e na cultura da... more
Este artigo discute a conservação de obras de net art. Descreve a situação de overdose de produção documental fomentada pelas redes sociais e o seu impacto nas formas tradicionais de armazenamento e na cultura da memória contemporânea. Situa a especificidade da net art no seu atrelamento a ambientes de fluxo, dinâmicos e sistêmicos, sobre os quais não se tem controle, implicando novos parâmetros de conservação e investiga as estéticas particulares a esse contexto. Problematiza as instâncias políticas que transformaram a Internet em uma ambiente de vigilância, impendido o acesso a sites mais antigos, evidenciando como afetam a preservação da história da arte on-line. Ao final, apresenta como estamos trabalhando com o MAC-USP, no desenvolvimento de uma metodologia de trabalho para lidar com obras de net art no universo museológico. A discussão é feita a partir do caso específico do site The Book after the Book (O Livro depois do livro) (1999), que demandou uma série de atualizações e reprogramação de códigos. Com base nessa experiência, sugere-se uma reflexão acerca dos museus de net art como museus do inacabado, do não reparado e do não recuperado. Essa estratégia pode permitir lidar com as irreversíveis perdas, sem contar com um pro-cesso iminente de desaparecimento.
Research Interests:
Diferentemente do que ocorre com os textos, que podem ser rastreados semanticamente, os conteúdos visuais são mapeados pelo reconhecimento de alguns padrões, como linhas, densidades e formas geométricas. Esses padrões designam, por... more
Diferentemente do que ocorre com os textos, que podem ser rastreados semanticamente, os conteúdos visuais são mapeados pelo reconhecimento de alguns padrões, como linhas, densidades e formas geométricas. Esses padrões designam, por exemplo, o que supostamente são seios, nádegas e pênis. Podem, por isso, funcionar como primeiro operador da censura das imagens nas redes sociais, fato que vem se tornando cada vez mais corriqueiro.
Research Interests:
Apesar de uma das máximas da contemporaneidade ser “a internet não esquece”, a verdade é que as redes sociais não nos deixam lembrar. A arquitetura de informação desses espaços de dados em fluxo não se presta a consultas retrospectivas. A... more
Apesar de uma das máximas da contemporaneidade ser “a internet não esquece”, a verdade é que as redes sociais não nos deixam lembrar. A arquitetura de informação desses espaços de dados em fluxo não se presta a consultas retrospectivas. A conservação de obras de net art, nesse contexto, implica pensar um conjunto de transformações em que se conjugam questões de impedimento de acesso às obras com mudanças do contexto a que as obras remetem (seus links ou plataformas associadas) e à própria infraestrutura da rede.
Research Interests:
Este artigo discute a expansão das cidades pelas tecnologias digitais. Destaca a presença dos dados no cotidiano e a forma como passam a interferir na paisagem urbana. Contempla desde a fusão da arquitetura com as interfaces remotas, que... more
Este artigo discute a expansão das cidades pelas tecnologias digitais. Destaca a presença dos dados no cotidiano e a forma como passam a interferir na paisagem urbana. Contempla desde a fusão da arquitetura com as interfaces remotas, que se reflete na ocupação de fachadas com LEDs e no mobiliário urbano responsivo, até os sistemas pervasivos, que aparecem em funcionalidades como sensores e câmeras automáticas, voltadas à vigilância. Especial atenção é dada a projetos artísticos, de design e arquitetura, que dilatam a compreensão do espaço
público, apropriando-se do seu espectro informacional. Entre outros são comentados as Homeless Projections de Wodiczko, o design de interface do WZ Hotel, projetado por Guto Requena, em São Paulo, e Dronestream, de Josh Begley.
Ao desconstruir modelos de vigilância e controle e arriscar propostas
para emergências urbanas, esses projetos apontam para outra compreensão das cidades mediadas pelas redes, apostando em formas de urbanismo open source. Cidades de inteligência distribuída, expandidas e não controladas por tecnologias corporativas. Cidades participativas, portanto, e não meras aplicações de interação baseada em sistemas de ação e reação imediata.
público, apropriando-se do seu espectro informacional. Entre outros são comentados as Homeless Projections de Wodiczko, o design de interface do WZ Hotel, projetado por Guto Requena, em São Paulo, e Dronestream, de Josh Begley.
Ao desconstruir modelos de vigilância e controle e arriscar propostas
para emergências urbanas, esses projetos apontam para outra compreensão das cidades mediadas pelas redes, apostando em formas de urbanismo open source. Cidades de inteligência distribuída, expandidas e não controladas por tecnologias corporativas. Cidades participativas, portanto, e não meras aplicações de interação baseada em sistemas de ação e reação imediata.
Research Interests:
O texto apresenta o graffiti nova-iorquino dos anos 1980 como uma arte de ocupação. Situa suas origens no contexto do Hip Hop e discute sua potência de corrosão da função pedagógica da arte pública, como instrumento de conformação... more
O texto apresenta o graffiti nova-iorquino dos anos 1980 como uma arte de ocupação. Situa suas origens no contexto do Hip Hop e discute sua potência de corrosão da função pedagógica da arte pública, como instrumento de conformação comportamental às regras políticas e sociais do espaço urbano. Mapeia sua absorção pelo mercado de arte e a atualização de suas linguagens e de suas potências para evidenciar, a um só tempo, a fragilidade e a força dos limites territoriais; a vulnerabilidade e o intransponível das regras da indústria cultural.
Research Interests:
Research Interests:
Brazilian production in the field of digital culture indicates an emerging technophagic tendency, a process that devours and grinds technology and which is mediated by a critical, creative use of the media. Such tendency appears in... more
Brazilian production in the field of digital culture indicates an emerging technophagic tendency, a process that devours and grinds technology and which is mediated by a critical, creative use of the media. Such tendency appears in alternative economic models, artistic practices that promote other actions, and pirate systems devoted to collective uses of telecommunications.
... Editorial. Sitios de Interés. Novedades Editoriales. Ediciones especiales. Proyecto Internet. Carr. Lago de Guadalupe Km. 3.5, Atizapán de Zaragoza Estado de México. Tels. (52)(55) 58645613 Fax. (52)(55) 58645613. Arte Wireless. Por... more
... Editorial. Sitios de Interés. Novedades Editoriales. Ediciones especiales. Proyecto Internet. Carr. Lago de Guadalupe Km. 3.5, Atizapán de Zaragoza Estado de México. Tels. (52)(55) 58645613 Fax. (52)(55) 58645613. Arte Wireless. Por Giselle Beiguelman Número 41. ...
Research Interests:
• The no) on of the non-‐place accented by shared Recep) on as a result of context defined by place, even if it is a non-‐place• Nomadic aXen) on?•“… it is important to highlight some meanders of their crea) ve processes, because more... more
• The no) on of the non-‐place accented by shared Recep) on as a result of context defined by place, even if it is a non-‐place• Nomadic aXen) on?•“… it is important to highlight some meanders of their crea) ve processes, because more than guiding the development of those series of nomadic art projects, they could be indicated as their presupposi) ons or condi) ons for existence."
Research Interests:
Transformar o dado em informação, e a informação em conhecimento, depende de expertise, análise e interpretação. Isso é curadoria de conteúdo, um privilégio humano, demasiadamente humano.
Research Interests:
A oposição real/virtual é um mero anacronismo do século XX. Somos hoje corpos “ciborguizados” pelos celulares, uma espécie de ponto conexão permanente que nos expande para além do aqui e nos insere em um tempo de eterno agora. Telas de... more
A oposição real/virtual é um mero anacronismo do século XX. Somos hoje corpos “ciborguizados” pelos celulares, uma espécie de ponto conexão permanente que nos expande para além do aqui e nos insere em um tempo de eterno agora. Telas de diferentes portes e com novos recursos remodelam as noções de espaço doméstico e privacidade.
Aplicativos de Realidade Aumentada (RA) inserem camadas de informação no ambiente urbano e redefinem o espaço público.
Os materiais dos objetos que nos rodeiam são fruto de equações químicas, e as pessoas são remodeladas em centros cirúrgicos que nos transformam em compostos de botox, silicone, carne e sangue. A qualquer momento teremos nosso DNA disponível no Google.
Nossa comida nasce em laboratórios e os cientistas nos prometem
um mundo povoado de clones e novos seres artificiais. Vivemos mediados por redes sociais, como Twitter e Facebook, e a internet é um dos palcos privilegiados de mobilização política.
Não há dúvida. A era do virtual ficou na primeira década do século. O real engole tudo e nos põe no centro de redes interconectadas acessíveis, literalmente, na palma da mão.
Vivemos no mundo do pós-virtual e isso não significa apostar numa volta ao mundo analógico. Ao contrário. Significa assumir que as redes se tornaram tão presentes no cotidiano e que o processo de digitalização da cultura é tão abrangente, que se tornou anacrônico pensar na dicotomia real/ virtual. O mundo da Internet das Coisas já se anuncia no presente, prevendo que todos os objetos do cotidiano estarão conectados às
redes e entre si. Isso demandará profundas transformações tecnológicas e impõe um amplo espectro de discussões éticas e políticas, uma vez que a ideia de ambientes em que endereços IP (Internet Protocol) estarão relacionados a tudo – de objetos de consumo a lugares – pressupõe uma escala de rastreamento, tanto quanto um grau de interconectividade criativa, sem precedentes.
Aplicativos de Realidade Aumentada (RA) inserem camadas de informação no ambiente urbano e redefinem o espaço público.
Os materiais dos objetos que nos rodeiam são fruto de equações químicas, e as pessoas são remodeladas em centros cirúrgicos que nos transformam em compostos de botox, silicone, carne e sangue. A qualquer momento teremos nosso DNA disponível no Google.
Nossa comida nasce em laboratórios e os cientistas nos prometem
um mundo povoado de clones e novos seres artificiais. Vivemos mediados por redes sociais, como Twitter e Facebook, e a internet é um dos palcos privilegiados de mobilização política.
Não há dúvida. A era do virtual ficou na primeira década do século. O real engole tudo e nos põe no centro de redes interconectadas acessíveis, literalmente, na palma da mão.
Vivemos no mundo do pós-virtual e isso não significa apostar numa volta ao mundo analógico. Ao contrário. Significa assumir que as redes se tornaram tão presentes no cotidiano e que o processo de digitalização da cultura é tão abrangente, que se tornou anacrônico pensar na dicotomia real/ virtual. O mundo da Internet das Coisas já se anuncia no presente, prevendo que todos os objetos do cotidiano estarão conectados às
redes e entre si. Isso demandará profundas transformações tecnológicas e impõe um amplo espectro de discussões éticas e políticas, uma vez que a ideia de ambientes em que endereços IP (Internet Protocol) estarão relacionados a tudo – de objetos de consumo a lugares – pressupõe uma escala de rastreamento, tanto quanto um grau de interconectividade criativa, sem precedentes.
Research Interests:
O código computacional está para as linguagens de programação assim como a palavra está para a comunicação verbal. Artistas como Eduardo Kac e designers como Guto Requena exploram em suas obras as poéticas da cultura codificada pelos... more
O código computacional está para as linguagens de programação assim como a palavra está para a comunicação verbal. Artistas como Eduardo Kac e designers como Guto Requena exploram em suas obras as poéticas da cultura codificada pelos processos de digitalização.
This paper addresses the aesthetics of memory emerging on the horizon of digital culture, discussing the notions of ruin, conservation and archive, in relation to contemporary processes of “documentary overdose”, loss and planned... more
This paper addresses the aesthetics of memory emerging on the horizon of digital culture, discussing the notions of ruin, conservation and archive, in relation to contemporary processes of “documentary overdose”, loss and planned obsolescence.
Research Interests:
As cidades contemporâneas foram expandidas pelas tecnologias digitais. Elas permitiram a ocupação de fachadas com telas e acesso, via aplicativos, a informações que vão do fluxo do trânsito ao mapeamento de remoções decorrentes de obras... more
As cidades contemporâneas foram expandidas pelas tecnologias digitais. Elas permitiram a ocupação de fachadas com telas e acesso, via aplicativos, a informações que vão do fluxo do trânsito ao mapeamento de remoções decorrentes de obras públicas. Se, ao longo dos anos 1990, os especialistas discutiam como apropriar-se das redes para tornar a cidade mais interativa, hoje, com a capilarização da tecnologia, a aposta é em como utilizá-las para interferir no cotidiano das cidades.
A discussão sobre “cidades inteligentes” cede, assim, espaço para a de cidadania, reinventando as formas de ocupar as ruas e as próprias noções de política urbana. Não se trata mais de apenas planejar e regrar o espaço coletivo, mas, sim, de como mobilizar para que essas regras sejam fluidas o suficiente para constituir e reconstituir o uso comum, conforme as necessidades do momento. Um exemplo básico: como fazer com que os carros parem de fato no farol vermelho e os pedestres atravessem apenas na faixa de segurança? E uma questão mais complexa: como migrar da ideia de uma cidadania digital – que se esgota no uso de aplicativos – para as práticas de uma cidadania em rede, pautada pela ação colaborativa entre todos?
A discussão sobre “cidades inteligentes” cede, assim, espaço para a de cidadania, reinventando as formas de ocupar as ruas e as próprias noções de política urbana. Não se trata mais de apenas planejar e regrar o espaço coletivo, mas, sim, de como mobilizar para que essas regras sejam fluidas o suficiente para constituir e reconstituir o uso comum, conforme as necessidades do momento. Um exemplo básico: como fazer com que os carros parem de fato no farol vermelho e os pedestres atravessem apenas na faixa de segurança? E uma questão mais complexa: como migrar da ideia de uma cidadania digital – que se esgota no uso de aplicativos – para as práticas de uma cidadania em rede, pautada pela ação colaborativa entre todos?
Research Interests:
Artigo defende que nessa época de obsessão pela juventude eterna e de operações urbanas que visam um verdadeiro "lifting" da paisagem das cidades, as ruínas são o nosso espaço crítico
Research Interests:
A cultura pop celebriza o passado na música, na moda, no design, na arquitetura e no entretenimento, transformando o momento em monumento ao presente que não foi. Restaura-se tudo, de GIFs animados – tecnologia de animação da primeira... more
A cultura pop celebriza o passado na música, na moda, no design, na arquitetura e no entretenimento, transformando o momento em monumento ao presente que não foi. Restaura-se tudo, de GIFs animados – tecnologia de animação da primeira
época da internet – a filmes clássicos e blockbusters, a estéticas do VHS e games
populares dos anos 1980, como o Atari. Entre lixos e obras-primas, fica
a pergunta: do que sentiremos saudade no futuro, se o nosso presente é pura “re”produção do passado?
época da internet – a filmes clássicos e blockbusters, a estéticas do VHS e games
populares dos anos 1980, como o Atari. Entre lixos e obras-primas, fica
a pergunta: do que sentiremos saudade no futuro, se o nosso presente é pura “re”produção do passado?
Research Interests:
Este artigo aborda as ambivalências das redes sociais como espaços de controle e de potencialização de novas articulações socioculturais. Destaca procedimentos de colonização da percepção e corporativização das subjetividades,... more
Este artigo aborda as ambivalências das redes sociais como espaços de
controle e de potencialização de novas articulações socioculturais. Destaca
procedimentos de colonização da percepção e corporativização das subjetividades,
embutidos em recursos de publicidade direcionada presentes em contextos como o do Facebook, e contrapõe a eles projetos de redes alternativas e operações ativistas. Parte-se da constatação de que as redes sociais são um dos elementos característicos da cultura urbana contemporânea, para investigar de que formas suas tensões implicam tanto dinâmicas de estriamento (estratificação e apropriação) do espaço informacional, como de liberação de seus devires e potências em aberto. Conclui-se que essas redes são hoje constitutivas das possibilidades de mudança cultural, mudanças essas que são operacionalizadas por movimentos sociais, ao propor e desencadear descontinuidades com as relações de poder embutidas na ecologia midiática atual.
Palavras-chave: mídias sociais, Web 2.0, ativismo, hacktivismo, publicidade
direcionada, vigilância
controle e de potencialização de novas articulações socioculturais. Destaca
procedimentos de colonização da percepção e corporativização das subjetividades,
embutidos em recursos de publicidade direcionada presentes em contextos como o do Facebook, e contrapõe a eles projetos de redes alternativas e operações ativistas. Parte-se da constatação de que as redes sociais são um dos elementos característicos da cultura urbana contemporânea, para investigar de que formas suas tensões implicam tanto dinâmicas de estriamento (estratificação e apropriação) do espaço informacional, como de liberação de seus devires e potências em aberto. Conclui-se que essas redes são hoje constitutivas das possibilidades de mudança cultural, mudanças essas que são operacionalizadas por movimentos sociais, ao propor e desencadear descontinuidades com as relações de poder embutidas na ecologia midiática atual.
Palavras-chave: mídias sociais, Web 2.0, ativismo, hacktivismo, publicidade
direcionada, vigilância
Research Interests:
A popularização dos dispositivos portáteis de comunicação sem-fio com possibilidade de conexão à Internet 1 apontam para a incorporação do padrão de vida nômade e indicam que o corpo humano se transformou em um conjunto de extensões... more
A popularização dos dispositivos portáteis de comunicação sem-fio com possibilidade de conexão à Internet 1 apontam para a incorporação do padrão de vida nômade e indicam que o corpo humano se transformou em um conjunto de extensões ligadas a um mundo cíbrido, pautado pela interconexão de redes e sistemas on e off line.
Ambas alteram nossas formas de ver, perceber e entender não só a arte mas os limites entre as noções e experiências do que é público e do que é privado. E isso não só pelas relações interpessoais e translocais que promovem. Mas porque... more
Ambas alteram nossas formas de ver, perceber e entender não só a arte mas os limites entre as noções e experiências do que é público e do que é privado. E isso não só pelas relações interpessoais e translocais que promovem. Mas porque introduzem dimensões inéditas da relação entre artistas e corporações, especialmente no que tange aos celulares.
A cultura pop celebriza o passado na música, na moda, no design, na arquitetura e no entretenimento, transformando o momento em monumento ao presente que não foi. Emerge daí um presente não necessariamente assombrado pelo fake e pelo... more
A cultura pop celebriza o passado na música, na moda, no design, na arquitetura e no entretenimento, transformando o momento em monumento ao presente que não foi.
Emerge daí um presente não necessariamente assombrado pelo fake e pelo vintage, mas um processo de esvaziamento da história, em que ao passado cumpre apenas a função de fornecer uma capa divertida ao presente. Restaura-se tudo, de GIFs animados – tecnologia de animação da primeira época da internet – a filmes clássicos e blockbusters, a estéticas do VHS e games populares dos anos 1980, como o Atari. Entre lixos e obras-primas, fica a pergunta: do que sentiremos saudade no futuro, se o nosso presente é pura “re”produção do passado?
Emerge daí um presente não necessariamente assombrado pelo fake e pelo vintage, mas um processo de esvaziamento da história, em que ao passado cumpre apenas a função de fornecer uma capa divertida ao presente. Restaura-se tudo, de GIFs animados – tecnologia de animação da primeira época da internet – a filmes clássicos e blockbusters, a estéticas do VHS e games populares dos anos 1980, como o Atari. Entre lixos e obras-primas, fica a pergunta: do que sentiremos saudade no futuro, se o nosso presente é pura “re”produção do passado?
Research Interests:
Tarantino é o mestre do Avant-pop. Algoz irônico e antropofágico da indústria hollywoodiana e do entretenimento pasteurizado, aqui não há lugar para patrulhas que desprezam a cultura de massas, tratando seus produtos como lixo industrial.... more
Tarantino é o mestre do Avant-pop. Algoz irônico e antropofágico da indústria hollywoodiana e do entretenimento pasteurizado, aqui não há lugar para patrulhas que desprezam a cultura de massas, tratando seus produtos como lixo industrial. Ela está no nosso horizonte e seus clichês estão aí para serem devorados pelas inúmeras estratégias de haqueamento simbólico.
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How is it possible, nowadays, not to think of cultural memory as both an economic issue and a service that should call for some sort of ethical code? After all, personal memories are increasingly mediated by corporations – which appear as... more
How is it possible, nowadays, not to think of cultural memory as both an economic issue and a service that should call for some sort of ethical code? After all, personal memories are increasingly mediated by corporations – which appear as big data repositories – through services that are interrupted as soon as they are no longer considered an interesting niche market. [remember geocities…]
A net art foi desde sempre um problema no espaço, por não se enquadrar nas tradições expositivas. Tornou-se um problema para o tempo, desaparecendo com os sites que linkava, os servidores que a abrigaram e as tecnologias que consolidaram... more
A net art foi desde sempre um problema no espaço, por não se enquadrar nas tradições expositivas. Tornou-se um problema para o tempo, desaparecendo com os sites que linkava, os servidores que a abrigaram e as tecnologias que consolidaram a obra
Criador do site UbuWeb e de curso universitário sobre escrita não criativa, Kenneth Goldsmith propõe uma abordagem democrática e libertária para a criação literária
Research Interests:
Fomos ciborguizados pelos celulares, uma espécie de ponto de conexão permanente que expande nossos corpos para além do aqui e nos insere em um tempo de eterno agora. Telas de diferentes portes e com novos recursos remodelam as noções do... more
Fomos ciborguizados pelos celulares, uma espécie de ponto de conexão permanente que expande nossos corpos para além do aqui e nos insere em um tempo de eterno agora.
Telas de diferentes portes e com novos recursos remodelam as noções do espaço doméstico e da privacidade. Aplicativos de Realidade Aumentada inserem camadas de informação no ambiente urbano e redefinem o espaço público. Os materiais dos objetos que nos rodeiam são frutos de equações químicas que e as pessoas são remodeladas em centros cirúrgicos que nos transformam em compostos de botox, silicone, carne e sangue. A qualquer momento teremos nosso DNA disponível no Google. Nossa comida nasce em laboratórios e os cientistas nos prometem um mundo povoado de clones e seres artificiais. Vivemos mediados por redes socias, como o Twitter e o Facebook, e a internet é um dos palcos privilegiados de mobilização política. Não há dúvida. A era do virtual ficou na primeira década do século. O real engole tudo e nos põe no centro de redes interconectadas acessíveis.
Telas de diferentes portes e com novos recursos remodelam as noções do espaço doméstico e da privacidade. Aplicativos de Realidade Aumentada inserem camadas de informação no ambiente urbano e redefinem o espaço público. Os materiais dos objetos que nos rodeiam são frutos de equações químicas que e as pessoas são remodeladas em centros cirúrgicos que nos transformam em compostos de botox, silicone, carne e sangue. A qualquer momento teremos nosso DNA disponível no Google. Nossa comida nasce em laboratórios e os cientistas nos prometem um mundo povoado de clones e seres artificiais. Vivemos mediados por redes socias, como o Twitter e o Facebook, e a internet é um dos palcos privilegiados de mobilização política. Não há dúvida. A era do virtual ficou na primeira década do século. O real engole tudo e nos põe no centro de redes interconectadas acessíveis.
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Brazilian production in the field of digital culture indicates an emerging technophagic tendency, a process that devours and grinds technology and which is mediated by a critical, creative use of the media. Such tendency appears in... more
Brazilian production in the field of digital culture indicates an emerging technophagic tendency, a process that devours and grinds technology and which is mediated by a critical, creative use of the media. Such tendency appears in alternative economic models, artistic practices that promote other actions, and pirate systems devoted to collective uses of telecommunications. In spite of their different profiles, they are a phenomenon directly related to Brazil’s forms of insertion in the globalization process.
Keywords: Creative Economy, Agency, Digital Culture, Piracy
Keywords: Creative Economy, Agency, Digital Culture, Piracy
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Starting from the technological development of the medias, we can delineate a great change in all the areas of the knowledge, constituting new paradigms for the construction of messages that will base the digital culture. This work has as... more
Starting from the technological development of the medias, we can delineate a great change in all the areas of the knowledge, constituting new paradigms for the construction of messages that will base the digital culture. This work has as objective understand which the ...
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... For an aesthetics of transmission. Giselle Beiguelman. Abstract. This article addresses some urban interventions I did between 2002 and 2004 using commercial electronic billboards. All those projects happened in networked ...
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Ícones da história da arquitetura brasileira, os prédios da FAU-USP
e do Arquivo Histórico da Bahia sucumbem às forças da natureza e ao descaso dos homens
e do Arquivo Histórico da Bahia sucumbem às forças da natureza e ao descaso dos homens
Research Interests:
Este paper discute a preservação digital em museus de arte contemporânea, analisando obras de net art criadas nos anos 1990. Aborda as transformações relacionadas às nuvens computacionais, que implicaram novos regimes de padronização,... more
Este paper discute a preservação digital em museus de arte contemporânea, analisando obras de net art criadas nos anos 1990. Aborda as transformações relacionadas às nuvens computacionais, que implicaram novos regimes de padronização, incompatíveis com o tipo de programação dos primeiros sites artísticos.
Nesse contexto, para além da obsolescência tecnológica, a conservação das obras de net art passou a lidar com a obsolescência ideológica. Na discussão, destaca-se o caso de O livro depois do livro (1999), de minha autoria, e sua incorporação ao acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP).
As dificuldades de acesso ao site, devido aos novos padrões de segurança da Internet, transformaram-se em uma discussão sobre procedimentos de conservação e inserção de obras de net art em um acervo museológico. Em detrimento de procedimentos de recuperação do sistema, optou-se pela sua atualização integral. O resultado é um novo original ou “original de segunda geração” a ser publicado na comemoração dos 20 anos da obra (2019).
Palavras-chave: preservação digital, net art, nuvens computacionais, obsolescência tecnológica, museus de arte contemporânea
(Paper apresentado em Besides The Screen Conference 2018: Vaults, Archives, Clouds and Platforms: Archiving and Preservation in the 21st Century. CIAC-ISMAI, Porto, PT, 5 – 6 July 2018.)
Nesse contexto, para além da obsolescência tecnológica, a conservação das obras de net art passou a lidar com a obsolescência ideológica. Na discussão, destaca-se o caso de O livro depois do livro (1999), de minha autoria, e sua incorporação ao acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP).
As dificuldades de acesso ao site, devido aos novos padrões de segurança da Internet, transformaram-se em uma discussão sobre procedimentos de conservação e inserção de obras de net art em um acervo museológico. Em detrimento de procedimentos de recuperação do sistema, optou-se pela sua atualização integral. O resultado é um novo original ou “original de segunda geração” a ser publicado na comemoração dos 20 anos da obra (2019).
Palavras-chave: preservação digital, net art, nuvens computacionais, obsolescência tecnológica, museus de arte contemporânea
(Paper apresentado em Besides The Screen Conference 2018: Vaults, Archives, Clouds and Platforms: Archiving and Preservation in the 21st Century. CIAC-ISMAI, Porto, PT, 5 – 6 July 2018.)
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En esta Masterclass presento un conjunto de trabajos desarrollados en los últimos cinco años en el campo de las estéticas de la memoria. Su enfoque son las políticas del olvido en el espacio público y mediático. Son trabajos... more
En esta Masterclass presento un conjunto de trabajos desarrollados en los últimos cinco años en el campo de las estéticas de la memoria. Su enfoque son las políticas del olvido en el espacio público y mediático. Son trabajos experimentales llevados a cabo a través de intervenciones artísticas en el espacio público, en el ámbito de las redes y en los espacios informacionales.
En relación con los espacios urbanos abordo los proyectos Belleza convulsiva tropical, obra realizada en la 3ra Bienal de Bahía (2014), en Salvador, y Memoria de la Amnesia (2015/2016), en San Pablo. En estos proyectos destaco las estrategias de invisibilización y ocultamiento y la supresión de imágenes como ejes rectores de las políticas del olvido.
En el plano de los espacios informacionales retomo cuestiones que remiten a mis trabajos con medios digitales. Para eso cierro con el proyecto ¿Ya es ayer?, un largo ensayo visual que documentó, de 2010 a 2017, las transformaciones de la zona portuaria de Río de Janeiro en el marco del proyecto Puerto Maravilla, con énfasis en la demolición del Viaducto Perimetral y el entorno de la Plaza Mauá.
Masterclass, Bytefootage Festival. Buenos Aires, 05 de maio de 2018.
En relación con los espacios urbanos abordo los proyectos Belleza convulsiva tropical, obra realizada en la 3ra Bienal de Bahía (2014), en Salvador, y Memoria de la Amnesia (2015/2016), en San Pablo. En estos proyectos destaco las estrategias de invisibilización y ocultamiento y la supresión de imágenes como ejes rectores de las políticas del olvido.
En el plano de los espacios informacionales retomo cuestiones que remiten a mis trabajos con medios digitales. Para eso cierro con el proyecto ¿Ya es ayer?, un largo ensayo visual que documentó, de 2010 a 2017, las transformaciones de la zona portuaria de Río de Janeiro en el marco del proyecto Puerto Maravilla, con énfasis en la demolición del Viaducto Perimetral y el entorno de la Plaza Mauá.
Masterclass, Bytefootage Festival. Buenos Aires, 05 de maio de 2018.
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Trecho da Tese de Livre-docência de Giselle Beiguelman. --- O conjunto de ensaios aqui reunidos está dividido em duas partes. Na primeira concentram-se estudos relacionados às cidades expandidas pelas redes. Na segunda, investigações... more
Trecho da Tese de Livre-docência de Giselle Beiguelman.
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O conjunto de ensaios aqui reunidos está dividido em duas partes. Na primeira concentram-se estudos relacionados às cidades expandidas pelas redes. Na segunda, investigações sobre a memória cultural e suas relações com a arte contemporânea. Nos textos sobre cidades e redes, ênfase particular é dada ao impacto do processo de digitalização da cultura no cotidiano, destacando-se os sistemas de controle e os novos formatos de resistência e ativismo que emergem no século 21. Outro ponto relevante desse conjunto de discussões são as estéticas mediadas pela internet, que pontuam todos os ensaios dessa primeira parte. Arremata esse primeiro bloco uma obra de net arte - #cidadESpelhadas. Nela são explorados aspectos do design de interface e a volatilidade da paisagem urbana retratada por câmeras online. Esse ensaio faz a passagem para a segunda parte, onde um dos focos é a premência de pensar novos paradigmas de preservação do patrimônio cultural em face da explosão documental do século 21 e da rápida obsolescência dos sistemas de armazenamento digital. Nesse contexto são discutidos ainda projetos como Memória da amnésia, entre outros, em que a arte contemporânea aponta procedimentos para tensionar as políticas de patrimônio cultural, dos pontos de vista arquitetônico, institucional e conceitual. Nas duas partes do trabalho procurou-se articular a produção teórica e as experimentações artísticas sem criar divisões entre os campos das ideias e das práticas. Operou-se com ambos como formas de pensamento e problematização distintas, com potências específicas para abordar as relações entre arte, design e patrimônio histórico na cultura urbana contemporânea.
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O conjunto de ensaios aqui reunidos está dividido em duas partes. Na primeira concentram-se estudos relacionados às cidades expandidas pelas redes. Na segunda, investigações sobre a memória cultural e suas relações com a arte contemporânea. Nos textos sobre cidades e redes, ênfase particular é dada ao impacto do processo de digitalização da cultura no cotidiano, destacando-se os sistemas de controle e os novos formatos de resistência e ativismo que emergem no século 21. Outro ponto relevante desse conjunto de discussões são as estéticas mediadas pela internet, que pontuam todos os ensaios dessa primeira parte. Arremata esse primeiro bloco uma obra de net arte - #cidadESpelhadas. Nela são explorados aspectos do design de interface e a volatilidade da paisagem urbana retratada por câmeras online. Esse ensaio faz a passagem para a segunda parte, onde um dos focos é a premência de pensar novos paradigmas de preservação do patrimônio cultural em face da explosão documental do século 21 e da rápida obsolescência dos sistemas de armazenamento digital. Nesse contexto são discutidos ainda projetos como Memória da amnésia, entre outros, em que a arte contemporânea aponta procedimentos para tensionar as políticas de patrimônio cultural, dos pontos de vista arquitetônico, institucional e conceitual. Nas duas partes do trabalho procurou-se articular a produção teórica e as experimentações artísticas sem criar divisões entre os campos das ideias e das práticas. Operou-se com ambos como formas de pensamento e problematização distintas, com potências específicas para abordar as relações entre arte, design e patrimônio histórico na cultura urbana contemporânea.
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Entrevista no Nexo Jornal sobre arte contemporânea e Instagram, a propósito do lançamento do perfil de Cindy Sherman
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O Curso abordará o período do Renascimento ao Barroco nas artes plásticas européias destacando a contribuição de artistas e tratadistas, de modo a sublinhar transformações das artes figurativas. Propicia-se complementação da formação dos... more
O Curso abordará o período do Renascimento ao Barroco nas artes plásticas européias destacando a contribuição de artistas e tratadistas, de modo a sublinhar transformações das artes figurativas. Propicia-se complementação da formação dos alunos que, na primeira etapa, aferiram o ciclo artístico de David à atualidade.
