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China has been under the spotlight from the West throughout the nineteenth century. This is probably one of the reasons why nineteenth century literature has frequently depicted the often-stereotyped image of the ‘Mandarin’ as the... more
China has been under the spotlight from the West throughout the nineteenth century. This is probably one of the reasons why nineteenth century literature has frequently depicted the often-stereotyped image of the ‘Mandarin’ as the representation of the Chinese who holds political, economic or cultural prestige in his country of origin. In Portugal, for example, the novel O Mandarim, written by Eça de Queirós, was published in Diário de Portugal in 1880. In Brazil, a play authored by Artur Azevedo and Moreira Sampaio and staged four years later in Rio de Janeiro was also called O Mandarim. The closeness between both titles and the proximity of dates may raise a series of questions: how far are these two “The Mandarim” similar or different from each other? Could Eça’s novel have been a kind of inspiration to Azevedo and Sampaio’s play? How have these authors dealt with the representation of the Chinese who has lent both texts their title? This article will try to answer these and other questions arising from our comparative reading.

RESUMO: A China esteve no centro das atenções do Ocidente durante o Oitocentos. Talvez, por isso, na literatura ocidental oitocentista, a Imagem do ‘mandarim’, representação, por vezes estereotipada, do chinês que detinha prestígio político, econômico ou cultural em seu país de origem é constante. Em Portugal, por exemplo, foi publicada
no Diário de Portugal, em 1880, a novela O Mandarim de Eça de Queirós. Já no Brasil, foi encenada no Rio de Janeiro, quatro anos mais tarde, a peça igualmente intitulada O Mandarim, escrita por Artur Azevedo e Moreira Sampaio. A similaridade de títulos e a proximidade de datas de publicação propiciam uma série de questões: em que sentidos esses dois O Mandarim se aproximam ou se distanciam? Poderia ser a novela de Eça uma espécie de inspiração à peça de Azevedo e Sampaio? Como teriam esses autores trabalhado com a representação do oriental
que dá títulos às obras? Este artigo busca responder a essas e outras questões surgidas durante a leitura comparativa dos textos homônimos.
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Este texto pretende discutir se houve um processo de transculturação nas ideias do poeta português Antero de Quental (1842-1891) a partir de seu contato com o Oriente ao longo de sua vida. Para tanto, nos baseamos na teoria de... more
Este texto pretende discutir se houve um processo de transculturação nas ideias do poeta português Antero de Quental (1842-1891) a partir de seu contato com o Oriente ao longo de sua vida. Para tanto, nos baseamos na teoria de transculturação do teórico uruguaio Ángel Rama e estudamos em um selecionado de cartas do poeta como sua interação com o pensamento oriental – mais especificamente com a filosofia budista – se alterou desde a década de 70, seu período mais combativo, até sua morte em 1891.
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A partir de textos que Eça de Queirós escreveu para a Gazeta de Notícias do Brasil, analisaremos como o eurocentrismo é relativizado por Eça, desfazendo, por meio da ironia, a estereotipada oposição entre Ocidente e Oriente. Ao tratar de... more
A partir de textos que Eça de Queirós escreveu para a Gazeta de Notícias do Brasil, analisaremos como o eurocentrismo é relativizado por Eça, desfazendo, por meio da ironia, a estereotipada oposição entre Ocidente e Oriente. Ao tratar de Portugal, Brasil e China e, sobretudo, das relações entre a mão-de-obra chinesa e as conquistas dos trabalhadores na Europa e nos Estados Unidos da América, veremos que sua análise vai muito além do contexto desses países, revelando um entendimento econômico e uma consciência política que contempla toda a ordem capitalista de seu tempo.
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Embora seja mais conhecido como um dos principais romancistas lusófonos, Eça de Queirós (1845-1900) também foi um profícuo jornalista, escrevendo desde os anos 60 do século XIX até o final de sua vida em diversos periódicos portugueses,... more
Embora seja mais conhecido como um dos principais romancistas lusófonos, Eça de Queirós (1845-1900) também foi um profícuo jornalista, escrevendo desde os anos 60 do século XIX até o final de sua vida em diversos periódicos portugueses, brasileiros e franceses. Apesar de nunca ter visitado o Japão, o autor de Os Maias dedicou alguns textos (ou partes de textos) à sociedade de Meiji. Neste trabalho intencionamos examinar como o afamado escritor português representou a “Terra do Sol Nascente” a seu público, verificando se existe um discurso consonante ou dissonante com a estética japonista que vigorou no fin-de-siècle europeu
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Apesar da crescente importância que a Coreia tem tido no cenário global, a imagem dessa nação no Ocidente ainda está muito atrelada a de seus vizinhos: a China e o Japão. Se este fato ainda pode ser verificado no século XXI, é dedutível... more
Apesar da crescente importância que a Coreia tem tido no cenário global, a imagem dessa nação no Ocidente ainda está muito atrelada a de seus vizinhos: a China e o Japão. Se este fato ainda pode ser verificado no século XXI, é dedutível que no final do século XIX e no início do século XX, fosse ainda mais acentuada a falta de conhecimento acerca da civilização coreana. O mundo lusófono, ainda, historicamente, possuía pouca relação com a península coreana, o que agravava o desconhecimento. No entanto, Portugal viu, em textos jornalísticos, duas exceções acontecerem: em 1894, como resultado da guerra entre China e Japão que aconteceu em solo coreano, um dos nomes mais importante da literatura portuguesa da época, Eça de Queirós (1845-1900), escreveu de Paris um artigo no jornal carioca Gazeta de Notícias sobre a China, Japão e a Coreia. E, entre os anos de 1902 e 1904, Wenceslau de Moraes (1854-1929) um dos mais importantes escritores portugueses radicados no Extremo Oriente, escreveu do Japão algumas cartas sobre o Império Coreano publicado no jornal portuense Comércio do Porto. Neste trabalho, intencionamos analisar como a Coreia foi vista por esses dois escritores portugueses, tentando decifrar quais foram as imagens transmitidas a seus leitores luso-brasileiros.
Quando orientalismo nas obras de Eça de Queirós são estudadas, alguns textos normalmente ganham destaque: a crônica de viagem O Egito (1926), os textos ficcionais O Mandarim (1880), A Relíquia (1887) e A Correspondência de Fradique Mendes... more
Quando orientalismo nas obras de Eça de Queirós são estudadas, alguns textos normalmente ganham destaque: a crônica de viagem O Egito (1926), os textos ficcionais O Mandarim (1880), A Relíquia (1887) e A Correspondência de Fradique Mendes (1900), entre outros. Este último trabalho é, ainda, neste tópico, o menos estudado. No entanto, é através da personagem Fradique Mendes que Eça de Queirós apresenta uma visão original das relações entre Ocidente e Oriente. Neste artigo, portanto, nós apresentamos um estudo das representações do Oriente na obra A Correspondência de Fradique Mendes, procurando demonstrar aos nossos leitores que este livro é essencial para entender não apenas o orientalismo de Eça de Queirós, mas de todo século XIX. Este texto é parte integrante de nossa pesquisa de mestrado intitulado Eça de Queirós e o Extremo Oriente, finalizado em 2013 e é apresentado de maneira mais extensa em nossa dissertação. A pesquisa foi realizada junto ao Programa de Pós-graduação de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa da Universidade de São Paulo (USP).
This text aims to introduce to the readers some representation of the East Asia found in Portuguese literature from the sixteenth century – as a result of new Portuguese international relationships established during the Age of Discovery... more
This text aims to introduce to the readers some representation of the East Asia found in Portuguese literature from the sixteenth century – as a result of new Portuguese international relationships established during the Age of Discovery – until the mid-twentieth century. We try to contemplate the several forms of literary writing, including fiction prose and poetry, journalistic articles and chronicles of travel. Once the Eats Asia as known in Euro-American text is a region with unclear geographical limits, we define it here as East Asia representations related to China, Japan, Korea, India, Thailand and other Southeast Asian civilizations.
No final do século XIX, a China foi figura constante em artigos de jornal e na literatura europeia. A política imperialista europeia na Ásia e a emigração de trabalhadores chineses a diversas partes do mundo ajudaram a desenhar uma... more
No final do século XIX, a China foi figura constante em artigos de jornal e na literatura europeia. A política imperialista europeia na Ásia e a emigração de trabalhadores chineses a diversas partes do mundo ajudaram a desenhar uma caracterização dos filhos do Império do Meio no imaginário europeu. Neste artigo, intencionamos identificar como Eça de Queirós (1845-1900), que nunca esteve na China, mas teve contato com chineses quando viveu em Cuba, caracterizou este povo em seus textos. Para tanto, vamos analisar comparativamente dois textos: um artigo de jornal, intitulado “Chineses e Japoneses” (1894) e a novela O Mandarim (1880).
Este trabalho visa descrever a imagem construída por Eça de Queirós (1845-1900) acerca do Reino do Sião, atual Tailândia, em algumas contribuições para periódicos. Para tal, vamos discutir três textos do autor: “O 14 de Julho. Festas... more
Este trabalho visa descrever a imagem construída por Eça de Queirós (1845-1900) acerca do Reino do Sião, atual Tailândia, em algumas contribuições para periódicos. Para tal, vamos discutir três textos do autor: “O 14 de Julho. Festas Oficiais. O Sião” e “A França e o Sião” de 1893, presentes na coletânea Ecos de Paris (1905) e “França e Sião”, datado de outubro de 1897, parte integrante das Notas Contemporâneas (1909).
Este capítulo apresenta o resultado de uma pesquisa realizada em bibliotecas universitárias e livrarias de Seul com o objetivo de averiguar quais obras literárias de língua portuguesa foram traduzidas à língua coreana.
Nas últimas décadas tem surgido um manifesto interesse pelo ensino do Português enquanto língua não materna. Destacamos, deste modo, o surgimento de múltiplas teorias ligadas à aquisição de segunda e de terceira línguas, bem como outros... more
Nas últimas décadas tem surgido um manifesto interesse pelo ensino do Português enquanto língua não materna. Destacamos, deste modo, o surgimento de múltiplas teorias ligadas à aquisição de segunda e de terceira línguas, bem como outros contributos num plano mais descritivo das línguas não maternas. Contudo, embora muitos relatos pedagógicos tenham vindo a lume, parece-nos que a Academia ainda necessita de mais estudos com vista a uma maior e mais profícua sistematização de metodologias e de estratégias que contribuam decisivamente para abordagens de sucesso na ação didática.
Quando pensámos responder positivamente ao desafio lançado pela AILP (Associação Internacional de Linguística do Português) para uma publicação deste teor, tivemos como pensamento norteador a construção de um livro que compreendesse diferentes abordagens metodológicas, provenientes de diferentes latitudes geográficas e, também, com diferentes enquadramentos epistemológicos. O amplo conjunto de textos aqui reunidos vai, efetivamente, ao encontro desse desiderato.
Trata-se, em nosso entender, de uma obra que reúne práticas diferenciadas, com campos de trabalho complementares e atitudes perante o ensino do português como língua não materna que se solidificam em experiências pedagógicas realizadas pelos próprios autores. De notar que a aposta num caráter mais pragmático das investigações aqui apresentadas não diminuem os investimentos múltiplos sob o ponto de vista teórico aqui delineados.
Resta-nos, assim, agradecer aos autores dos capítulos o valioso contributo e desejarmos aos leitores uma boa receção do trabalho que agora vem a público.
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Este livro traz artigos sobre a prática de professores brasileiros que atuam na área de Língua Portuguesa na Ásia. Os primeiros três artigos são voltados à situação da Coreia do Sul e apresentam um estudo acerca dos principais erros na... more
Este livro traz artigos sobre a prática de professores brasileiros que atuam na área de Língua Portuguesa na Ásia. Os primeiros três artigos são voltados à situação da Coreia do Sul e apresentam um estudo acerca dos principais erros na aquisição da escrita do Português Brasileiros (PB) por parte de aprendizes coreanos e, ainda, o resultado de uma pesquisa realizadas em bibliotecas universitárias e livrarias de Seul, com o objetivo de averiguar quais obras literárias de língua portuguesa haviam sido traduzidas para a língua coreana. Seguem-se dois textos que abordam os Estudos Brasileiros na China Continental e um que apresenta uma visão geral da situação do PB na ilha taiwanesa, partindo de questões sócio-históricas e culturais. Do mundo sinófono vamos ao Japão, contemplado com dois artigos que trazem questões culturais a partir da reflexão sobre a situação do PB no país e mostram os resultados de uma experiência intercultural de prática de ensino de línguas estrangeiras realizada na Tokyo University of Foreign Studies. Os penúltimos textos relatam a situação dos Estudos Brasileiros na Tailândia, a partir de um resgate da trajetória do PB no ensino superior tailandês e trazem um debate sobre o papel dos leitores brasileiros financiados pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) e apoiados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Encerra a publicação o relato de experiências de docentes brasileiros no Timor-Leste.
O presente estudo apresenta uma análise das representações do Extremo Oriente nas obras do escritor português Eça de Queirós (1845-1900). Através de um estudo amplo de obras de diversos momentos da carreira do escritor português,... more
O presente estudo apresenta uma análise das representações do Extremo Oriente nas obras do escritor português Eça de Queirós (1845-1900). Através de um estudo amplo de obras de diversos momentos da carreira do escritor português, procuramos demonstrar que o Extremo Oriente queirosiano estabelece uma representação complexa das relações Ocidente-Oriente, não se limitando às imagens cristalizadas do Oriente na literatura portuguesa, em que se destacam o exotismo e o caráter imaginário. Como principais pilares teóricos, nos apoiamos nas teorias orientalistas, principalmente as de Raymond Schwab (1950) e Edward Said (1978), e da fortuna crítica queirosiana. Realizamos uma análise comparativa de textos ficcionais e não ficcionais do autor que, nomeadamente, compreende os romances O Mistério da Estrada de Sintra (1870), escrito juntamente com Ramalho Ortigão, O Mandarim (1880) e A Correspondência de Fradique Mendes (1900); os textos de imprensa “A Marinha e as Colônias” (1871), “A Pitoresca História da Revolta da Índia” (1871), “A França e o Sião” (1893), “Chineses e Japoneses” (1894), “A Propósito da Doutrina Monroe e do Nativismo” (1896), “França e Sião” (1897); e o relatório consular A Emigração como Força Civilizadora (1979).
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O presente trabalho é parte integrante do nosso projeto de mestrado desenvolvido junto ao programa de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa da FFLCH-USP. Nesta apresentação visamos discutir alguns aspectos fundamentais de... more
O presente trabalho é parte integrante do nosso projeto de mestrado desenvolvido junto ao programa de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa da FFLCH-USP. Nesta apresentação visamos discutir alguns aspectos fundamentais de nossa pesquisa, que serviram como motivação para o desenvolvimento do trabalho. Através de um panorama geral do orientalismo literário português, vamos apresentar onde Eça de Queirós se encaixa dentro desse cenário, debatendo alguns pontos que, julgamos, merecem ser revisitados.
Nesta comunicação pretendemos analisar comparativamente dois textos que compõem a obra não ficcional de Eça de Queirós (1845-1900): A Emigração como Força Civilizadora (1979), relatório enviado em 1874, pelo então cônsul português nas... more
Nesta comunicação pretendemos analisar comparativamente dois textos que compõem a obra não ficcional de Eça de Queirós (1845-1900): A Emigração como Força Civilizadora (1979), relatório enviado em 1874, pelo então cônsul português nas Antilhas Espanholas; e “Chineses e Japoneses” (1894), crônica publicada na Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro. O nosso objetivo é identificar semelhanças e diferenças na construção da imagem do Império do Meio pelo autor, tendo como pano de fundo as discussões históricas acontecidas no Brasil acerca da emigração chinesa. Visamos discutir, ainda, se a diferença de vinte anos entre os textos pode ter influenciado na construção das referidas imagens.
Embora a relação entre Portugal e o Oriente seja antiga, representações deste na literatura portuguesa oitocentista se dão de maneira tardia. Devido às questões políticas internas e externas que permeiam Portugal ao longo de todo século... more
Embora a relação entre Portugal e o Oriente seja antiga, representações deste na literatura portuguesa oitocentista se dão de maneira tardia. Devido às questões políticas internas e externas que permeiam Portugal ao longo de todo século XIX, o Oriente só ganhará espaço relevante na literatura deste período, de acordo com vários pesquisadores, com Antero de Quental e Eça de Queirós, já no último quartel do século. Para este trabalho intencionamos apresentar uma leitura da relação entre a Europa o Oriente em três obras ficcionais de Eça de Queirós. As obras escolhidas foram: O Mistério da Estrada de Sintra (1870), escrito conjuntamente com Ramalho Ortigão; O Mandarim (1880) e A Correspondência de Fradique Mendes (1900).Acreditamos que, analisando obras de três momentos distintos do escritor, podemos verificar além de semelhanças e diferenças do pensamento de Eça ao longo do tempo, como o autor português representou o Oriente em suas diversas fases literárias.
Essa comunicação é parte integrante do projeto de mestrado iniciado no ano de 2011 na área de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa que visa investigar a imagem do Extremo Oriente na obra de Eça de Queirós (1845-1900).... more
Essa comunicação é parte integrante do projeto de mestrado iniciado no ano de 2011 na área de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa que visa investigar a imagem do Extremo Oriente na obra de Eça de Queirós (1845-1900). Pretendemos, neste encontro, apresentar uma análise comparativa de duas obras de Eça de Queirós: O Mistério da Estrada de Sintra (1870), escrito a quatro mãos com Ramalho Ortigão e A Cidade e as Serras (1901). Apesar de não ser o tema central de nenhuma das obras, o Oriente é claramente perceptível em histórias secundárias: em O Mistério da Estrada de Sintra há uma descrição pormenorizada de uma viagem feita à Índia enquanto em A Cidade e as Serras apresenta, ao longo de todo o romance, elementos orientais ou personagens que visitaram o Oriente. Ainda, a escolha dessas duas obras se dá ao fato de O Mistério da Estrada de Sintra ser um dos primeiros textos ficcionais de Eça, enquanto A Cidade e as Serras foi um dos últimos, sendo já publicado postumamente.
Tendo como recurso teórico a célebre obra de Edward Said Orientalismo – O Oriente como invenção do Ocidente e La renaissance orientale, de Raymond Schwab, que apresentam imagens distintas sobre a questão ocidente-oriente e como pano de fundo o contexto histórico europeu e asiático do final do século XIX, pretendemos apresentar uma comparação da representação oriental no primeiro e no último Eça.