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  • Investigador de Pós Doutoramento pela USP – Bolsista da FAPESP. Professor de História com Mestrado (2009) e Doutorado... moreedit
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Em A Antimaçonaria Desvendada: Conspirações, Pactos Satânicos e Comunismo, o leitor vai perceber que a história da Maçonaria traz consigo uma narrativa “poderosa, conspiratória e até mesmo diabólica”. Diante disso, é preciso perceber que... more
Em A Antimaçonaria Desvendada: Conspirações, Pactos Satânicos e Comunismo, o leitor vai perceber que a história da Maçonaria traz consigo uma narrativa “poderosa, conspiratória e até mesmo diabólica”. Diante disso, é preciso perceber que no decorrer do século XVIII e XIX, o conflito entre a Igreja e a Maçonaria tomava formas bem definidas, ao mesmo tempo em que crescia no imaginário luso-brasileiro a desconfiança e o medo da atuação dos maçons. A própria condenação do Papa Clemente XII, através da Bula In Eminenti Apostolatus Specula (1738), foi decisiva para fortalecer a propaganda antimaçônica. Com passar do tempo, a antimaçonaria adquiriu mais vigor, assim, muitas vezes o simples fato de pertencer a Ordem Maçônica era visto como heresia e motivo suficiente para alimentar as desconfianças. Novas condenações e “provas” se amontoavam no “processo” contra a Maçonaria, chegando a ser descrita como a verdadeira face do mal, uma “seita satânica”, disposta a fazer qualquer coisa para implantar o Comunismo. No Brasil, o fenômeno da antimaçonaria seguiu de certa forma os desdobramentos dos embates ocorridos na Europa, mas incorporou também novos elementos nessa narrativa. Por esta razão, a obra História Secreta do Brasil de Gustavo Barroso, mereceu uma análise especial, pois não só incorporou toda a longa tradição da luta contra a Maçonaria, como também representou o amadurecimento de um discurso tradicionalista e autoritário no seio da sociedade brasileira.
RESUMO A proposta de pesquisa está na análise da relação transnacional estabelecida entre duas duplas de intelectuais luso-brasileiros, Alfredo Pimenta e Gustavo Barroso, Plínio Salgado e Rolão Preto, durante a primeira metade do século... more
RESUMO
A proposta de pesquisa está na análise da relação transnacional estabelecida entre duas duplas de intelectuais luso-brasileiros, Alfredo Pimenta e Gustavo Barroso, Plínio Salgado e Rolão Preto, durante a primeira metade do século XX. Para isso, utilizaremos os recursos metodológicos da história transnacional, cujos enfoques centrais são os subsídios e as estruturas imaginárias que transbordavam as fronteiras dos seus respectivos países. Sendo assim, o primeiro propósito refere-se à escolha de momentos específicos em suas trajetórias político -ideológicas que melhor sintetizam o processo de construção do “intelectual-herói”, termo que, em última instância, revelava o sonho dos quatro intelectuais de construírem uma autoimagem imaculada, e que em muitas ocasiões se confundia com o modelo empregado nas histórias escritas sobre os heróis míticos, sagrados ou profanos. A investigação busca um exame do principal bem simbólico e/ou produto cultural elaborado por este tipo de intelectual, a palavra escrita, que foi consumada pela apropriação das essências narrativas do Caramuru e
do Sebastianismo e (re)significada através dos mitos contemporâneos da Conspiração e da Salvação. Assim, busca-se, por um lado, realizar uma análise transnacional entre as categorias míticas lusitanas e brasileiras e, por outro, estabelecer um ponto de interseção entre os mitos políticos, que estiveram presentes nos projetos intelectuais autoritários de construção do Estado aquém e além mar.
Palavras-chave: História Transnacional; Intelectuais; Mitologias Políticas; Autoritarismo; Brasil-Portugal.
RESUMO: A proposta deste artigo é colaborar para a inserção do intelectual Alfredo Pimenta no âmbito da historiografia luso-brasileira. Trata-se de uma breve análise biográfica e histórica que pretende conectar situações corriqueiras e... more
RESUMO: A proposta deste artigo é colaborar para a inserção do intelectual Alfredo Pimenta no âmbito da historiografia luso-brasileira. Trata-se de uma breve análise biográfica e histórica que pretende conectar situações corriqueiras e pessoais a alguns dos grandes temas da história portuguesa. O personagem estudado se autodefinia como um ser diferenciado, acima da média de seus contemporâneos, e, exatamente por esta razão, se via como um dos elementos fundamentais no jogo das narrativas políticas desenroladas em Portugal, na primeira metade do século XX. A exagerada autoconfiança e a crença em ser uma das mais brilhantes mentes de seu tempo moldariam para sempre a forma como sua memória seria preservada, ao mesmo tempo que alimentou uma autoimagem heroica e messiânica, estilo este que se tornaria bastante peculiar entre proeminentes figuras da intelectualidade luso-brasileira, e que começavam a emergir com maior frequência naquele contexto especialmente radicalizado.
PALAVRAS-CHAVE: Alfredo Pimenta, comportamento intelectual, história-memória
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RESUMO: O objetivo deste artigo é demonstrar a assimetria de sentimentos que se escondia por trás de uma suposta fraternidade intelectual estabelecida entre Brasil e Portugal, nas primeiras décadas do século XX. Para isso, escolhemos dois... more
RESUMO: O objetivo deste artigo é demonstrar a assimetria de sentimentos que se escondia por trás de uma suposta fraternidade intelectual estabelecida entre Brasil e Portugal, nas primeiras décadas do século XX. Para isso, escolhemos dois importantes autores luso-brasileiros: Alfredo Pimenta e Gustavo Barroso. Ainda que ambos defendessem interpretações históricas semelhantes, cujo mote central era a valorização do antigo Império colonial português e, consequentemente, seu legado civilizatório deixado para o mundo, eles acabariam ilustrando uma curiosa " disputa " em torno da verdade histórica. Esse breve contato entre Brasil-Portugal foi aqui analisado com base nas críticas de Alfredo Pimenta ao livro A Senhora de Pangim (1940), de Gustavo Barroso. A partir daí, vimos emergir não somente as vaidades e os desejos desses homens em se fazer superiores, mas, fundamentalmente, um complexo comportamento heroico, que caracterizou o imaginário social da época. Tal heroísmo foi incorporado tanto nas obras de Alfredo Pimenta quanto nas de Gustavo Barroso e marcaria de forma definitiva algumas construções politico-ideológicas autoritárias em seus respectivos países. ABSTRACT: The purpose of this article is to demonstrate the asymmetry of feelings that lurked behind a supposed intellectual brotherhood established between Brazil and Portugal, in the first decades of the twentieth century, so we chose two important Luso-Brazilian authors, Alfredo Pimenta and Gustavo Barroso. Although both defend like historical interpretations, whose main objective was the appreciation of the former Portuguese colonial empire and, consequently, its civilizational legacy to the world, they would end up illustrating a curious "dispute" around the historical truth. This brief contact between Brazil and Portugal was analyzed here based on the criticism of Alfredo pepper the book A Senhora de Pangim (1940) of Gustavo Barroso. From there we saw emerge not only the vanities and desires of these men, in making superiors, but fundamentally a complex heroic behavior that characterized the social imaginary of the time. Such heroism was incorporated both in the works of Alfredo Pimenta as in Gustavo Barroso, and mark definitively some politico-ideological constructions authoritarian in their respective countries.
O objetivo deste artigo é demonstrar como ocorreu a consolidação da narrativa antimaçônica no Brasil, a partir do episódio que ficou conhecido como “Questão Religiosa”. Neste sentido, a análise dos textos publicados – durante e depois do... more
O objetivo deste artigo é demonstrar como ocorreu a consolidação da narrativa antimaçônica no Brasil, a partir do episódio que ficou conhecido como “Questão Religiosa”. Neste sentido, a análise dos textos publicados – durante e depois do conflito – contra a Maçonaria torna-se elementar para o entendimento da história desta narrativa. Também serão observadas às pressões vindas de Roma condenando a Maçonaria, assim como às transformações presentes no
interior dos elementos constitutivos destes textos.

Palavras chave
Maçonaria, conspiração, narrativas, antimaçonismo, Igreja Católica.
GONÇALVES, Leandro Pereira; SIMOES, Renata Duarte (Org.) . Entre tipos e recortes: histórias da imprensa integralista - volume 2. Guaíba-RS: Sob Medida, 2012. 442p .
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Entrevista realizada em 20 de Março de 2013.
300 años: masonerías y masones, 1717-2017. Tomo II. Silencios. Editado por Ricardo Martínez Esquivel, Yván Pozuelo Andrés y Rogelio Aragón. Ciudad de México: Palabra de Clío, 2017. 203 páginas. ISBN: 978-607-97546-4-8. Índice... more
300 años: masonerías y masones, 1717-2017. Tomo II. Silencios. Editado por Ricardo Martínez Esquivel, Yván Pozuelo Andrés y Rogelio Aragón. Ciudad de México: Palabra de Clío, 2017. 203 páginas. ISBN: 978-607-97546-4-8.

Índice

Presentación general

Introducción del Tomo II

La teoría de la conspiración masónica en Nueva España/México, 1738-1940
María Eugenia Vázquez Semadeni (Universidad de California en Los Ángeles)

La identificación del desarticulador del mundo católico en Costa Rica (1880-1900)
Esteban Sánchez Solano (Universidad de Costa Rica)

Controversias por el librepensamiento y la masonería en Nicaragua (1881-1883)
Roberto Armando Valdés Valle (Universidad Centroamericana José Simeon Cañas)

Antimasonería y antiliberalismo en el pensamiento de Oscar Arnulfo Romero 1962-1965
René Antonio Chanta Martínez (Universidad de Don Bosco)

La masonería y la prensa liberal-oposicionista mexicana de finales del XIX
Julio Martínez García (Universidad de Salamanca)

“Conspiración masónica”: su consolidación y transformación en Brasil
Luiz Mario Ferreira Costa (Universidad Federal de Juiz de Fora)

APIS: la red antimasónica que engañó a Franco (1937-1965)
Javier Domínguez Arribas (Universidad París 13 - Pliade)

“La más formidable secta” y los excesos de la interpretación histórica
Rogelio Aragón (Universidad Iberoamericana)

Secreto y sociedades secretas en el mundo hispánico en la crisis del antiguo régimen
Felipe Santiago del Solar (Universidad París Diderot-París)

El mito de la secreta discreción
Yván Pozuelo Andrés (IES Universidad Laboral de Gijón)


Informes en Palabra de Clío: http://www.palabradeclio.com.mx/page/view/contacto
Información sobre el Tomo II: 300 años: masonerías y masones, 1717-2017. Tomo II. Silencios. Editado por Ricardo Martínez Esquivel, Yván Pozuelo Andrés y Rogelio Aragón. Ciudad de México: Palabra de Clío, 2017. 203 páginas. ISBN:... more
Información sobre el Tomo II:

300 años: masonerías y masones, 1717-2017. Tomo II. Silencios. Editado por Ricardo Martínez Esquivel, Yván Pozuelo Andrés y Rogelio Aragón. Ciudad de México: Palabra de Clío, 2017. 203 páginas. ISBN: 978-607-97546-4-8.

Índice:

Presentación general

Introducción del Tomo II

La teoría de la conspiración masónica en Nueva España/México, 1738-1940
María Eugenia Vázquez Semadeni (Universidad de California en Los Ángeles)

La identificación del desarticulador del mundo católico en Costa Rica (1880-1900)
Esteban Sánchez Solano (Universidad de Costa Rica)

Controversias por el librepensamiento y la masonería en Nicaragua (1881-1883)
Roberto Armando Valdés Valle (Universidad Centroamericana José Simeon Cañas)

Antimasonería y antiliberalismo en el pensamiento de Oscar Arnulfo Romero 1962-1965
René Antonio Chanta Martínez (Universidad de Don Bosco)

La masonería y la prensa liberal-oposicionista mexicana de finales del XIX
Julio Martínez García (Universidad de Salamanca)

“Conspiración masónica”: su consolidación y transformación en Brasil
Luiz Mario Ferreira Costa (Universidad Federal de Juiz de Fora)

APIS: la red antimasónica que engañó a Franco (1937-1965)
Javier Domínguez Arribas (Universidad París 13 - Pliade)

“La más formidable secta” y los excesos de la interpretación histórica
Rogelio Aragón (Universidad Iberoamericana)

Secreto y sociedades secretas en el mundo hispánico en la crisis del antiguo régimen
Felipe Santiago del Solar (Universidad París Diderot-París)

El mito de la secreta discreción
Yván Pozuelo Andrés (IES Universidad Laboral de Gijón)

Informes en la dirección de Palabra de Clío: http://www.palabradeclio.com.mx/page/view/contacto